Já há finalistas do Prémio Mia Couto

Cinco obras em prosa e outras tantas de poesia foram ontem anunciadas finalistas da edição deste ano do Prémio Literário Mia Couto, iniciativa promovida na Beira pela Cornelder de Moçambique, em parceria com a Associação Kulemba.

O objectivo é de reconhecer e incentivar a produção literária moçambicana, num prémio que vai agora na quarta edição. É anualmente aberto para poesia e prosa, alternando, nesta categoria, entre o romance e o conto. Em 2026, a secção da prosa está reservada ao conto.

Na categoria de poesia foram apuradas as obras “A Rapsódia das Luzes”, de Julius Kazembe; “Deus na Ponta dos Dedos”, Lino Mukurruza; “Nós Todos em Nós”, Angelina Neves; “Para Espantar o Horror do Tempo”, Ben Jone; e “Utse”, de Sangare Okapi.

Na categoria de conto, o júri seleccionou “A Gota que Fez Transbordar o Copo”, de Luís Nhambungué; “Diário de um Inútil”, Bruno M. Areno; “Mataram o Nosso Chefe”, Victorino Ubisse; “Mutiladas”, Eduardo Quive; e “O Epitáfio do Josemar Araújo e Outros Contos do Criador”, de Ernestino Maute.

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Foto: Arquivo

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