PR defende transformação do golfe em indústria de desenvolvimento económico

O Presidente da República, Daniel Chapo, defendeu, este sábado, em Vilankulo, província de Inhambane, o desenvolvimento do golfe como uma indústria capaz de diversificar a economia nacional, atrair investimentos, gerar empregos e ampliar a participação dos moçambicanos nas cadeias de valor do turismo, com particular atenção aos jovens e às mulheres.
O Chefe do Estado falava na cerimónia de encerramento da Primeira Edição do Golf Summit 2026, ocasião em que considerou a dimensão do potencial económico desta modalidade fira do desporto, abrangendo sectores como hotelaria, transportes, construção, restauração, serviços financeiros, tecnologias e formação profissional.
Explicou que o objectivo do Governo não se limita à construção de campos de golfe, mas no desenvolvimento de uma actividade económica competitiva, capaz de gerar receitas, formar profissionais e criar oportunidades de emprego.
Para concretizar a sua visão, Daniel Chapo apontou a criação da Zona Especial para o Turismo de Golfe da província de Inhambane como um instrumento institucional destinado a mobilizar
investimentos e transformar o potencial desta indústria em projectos economicamente viáveis.
O Presidente da República convidou os investidores nacionais e estrangeiros a estabelecer parcerias com empresas moçambicanas e a desenvolver empreendimentos sustentáveis, defendendo um ambiente de negócios favorável, procedimentos simplificados e maior previsibilidade para quem pretende investir no país.
Neste contexto, atribuiu à Agência Nacional para o Desenvolvimento e Investimento Turístico (ANDITUR) um papel central na dinamização do turismo e da hotelaria, bem como na prestação de serviços de Balcão Único de Investimento no Turismo.✔🛩

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